Tem como objetivo facilitar o acesso aos conteúdos discutidos na disciplina, bem como a produção de materiais educacionais, além de ser um canal de comunicação aberto a tod@s. Aqui você encontra uma seleção dos melhores conteúdos didáticos da atualidade.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
PRATIQUE A COMPOSTAGEM
http://vamosrirmais.terra.com.br/integra.php?id_conteudo=230&canal=7
Fotos:iStockphoto
Todos os restos de alimento podem virar adubo orgânico.
SEU LIXO ORGÂNICO TEM DESTINO CERTO
Reciclar garrafas plásticas, jornal, embalagens de papelão e até mesmo as pilhas e o óleo de cozinha é fácil. Afinal, quem nunca ouviu falar da importância de reciclar esses materiais. Mais do que isso, quem nunca viu um posto de coleta de todo esse lixo. Mas e quanto ao lixo orgânico?
Casca de banana, o fundo da panela de arroz que queimou ou então os caroços de mamão, que apesar de sua avó dizer que são ótimos para o bom funcionamento do intestino, não te descem de jeito nenhum? Todos esses restos de alimentos não fazem parte do lixo que você pode reciclar, mas não é por isso que não podem ser reaproveitados. Prova disso é a compostagem.
Essa palavra estranha que quase ninguém sabe o que significa é muito importante para a vida do Planeta. E nada mais é, do que transformar matéria orgânica – desde restos de alimentos até folhas de plantas – em adubo.
Então você se pergunta: para que eu preciso de adubo se não tenho uma plantação ou um jardim? E nós te respondemos que é possível reproduzir a técnica da compostagem até mesmo no seu apartamento, mesmo que ele seja um “apertamento”. E mais da metade de seu lixo orgânico vai ter um destino muito mais bacana. Seus vasos de plantas vão adorar.
Mas não são só os restos de alimentos que podem ser aproveitados para a compostagem. Palha, folhas e até aqueles pêlos que seu cachorro espalha por toda a casa, podem ser incluídos nesse processo.
A compostagem acontece quando os fungos, bactérias, formigas e outros microorganismos transformam a matéria orgânica em adubo, por meio da decomposição.
Mas como faz a COMPOSTAGEM?
° Primeiro é importante escolher um lugar na sua casa ou apartamento que tenha sombra. Além disso, é importante que não bata tanto vento durante o processo e que o piso possa receber a água que escoará.
° Separe um recipiente velho – um balde, por exemplo - e faça alguns furos do fundo para escoar a água e os resíduos líquidos.
° Coloque no fundo do balde parte dos resíduos que separou, neste momento somente os secos têm lugar (folhas, galhos e palha).
° Em cima dos resíduos secos coloque uma camada de terra e regue com pouca água – não pode encharcar.
Agora coloque uma camada do restante do lixo orgânico (cascas de frutas e verduras) e cubra com uma camada de terra.
° Regue novamente com pouca água.
° Coloque mais uma vez os resíduos secos e repita o processo até acabar todos os detritos. Mas é importante finalizar com os materiais secos para não deixar sua casa com mau cheiro.
O processo de compostagem, se for acompanhado de perto, regado e remexido frequentemente, pode durar cerca de 3 semanas. E, quando pronto, pode ser usado como adubo natural em pequenas hortas ou até mesmo nos vasos de planta que você tem em casa.
Então não perca tempo e dê um destino a todo o lixo que você e sua família produzem.
Delu Comunicação
Para você ficar por dentro de uma experiência prática de compostagem visite o Blog: http://palitonageral.blogspot.com/2011/03/como-fazer-uma-compostagem-domestica.html
terça-feira, 31 de maio de 2011
DIA MUNDIAL CONTRA O TABAGISMO
http://www.inca.gov.br/tabagismo/frameset.asp?item=31maio2011&link=dmst2011.htmConvenção-Quadro para o Controle do Tabaco salva vidas!
O Dia Mundial sem Tabaco de 2011 foi destinado a destacar a importância global da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco e a grande preocupação de se fazer cumprir as suas determinações.
Como parte das celebrações, a OMS orientou os países membros a promoverem a Convenção-Quadro associando os benefícios de sua aplicação na saúde das pessoas. Com o tema “Três maneiras de salvar vidas”, enfatizou o trabalho desenvolvido por bombeiros e salva-vidas, associando-os à Convenção-Quadro e suas ações e contrapondo-se aos malefícios do tabaco.“O crescimento das doenças crônicas não-transmissíveis representa um enorme desafio para a saúde pública. Para alguns países, não é exagero descrever a situação como uma catástrofe iminente. Quero dizer, um desastre para a saúde, para a sociedade, e para a maioria das economias nacionais. Nós podemos compilar bibliotecas cheias de evidências sobre os perigos do tabaco e do fumo passivo, mas são outros os que fazem as leis para o controle do tabaco e as implementam. Hoje, muitas das ameaças à saúde que contribuem para doenças não-transmissíveis vêm de empresas que são grandes, ricas e poderosas, movidas por interesses comerciais, e muito menos amigável para a saúde. Esqueçam a colaboração com a indústria do tabaco. Nunca confie nesta indústria em qualquer circunstância, sob qualquer acordo. Implementem a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco. Assim, podemos evitar cerca de 5,5 milhões de mortes a cada ano a um custo menor do que 40 centavos de dólar por pessoa, em países de baixa renda. Não há nenhuma outra "melhor aquisição" para o dinheiro em oferta. As pessoas não precisam fumar, mas elas precisam comer e beber”.
domingo, 29 de maio de 2011
Dia do Geógrafo (a)
http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/05/28/colunas4_0.asp
Enildo Luiz Gouveia
Prof.º Msc. em Geografia, Poeta e Compositor
chapeupjmp@bol.com.br
Recife,28 de maio de 2011
Antes de escrever este texto, que tem como objetivo parabenizar e tentar contextualizar o dia do geógrafo lembro-me dos debates nas aulas da pós-graduação. Os limites entre ser bacharel (Geógrafo) e Licenciado (Professor de Geografia) torna-se confuso não apenas na Geografia, como também em várias ciências, sobretudo no âmbito da pós-graduação. Como acredito na Educação, formei-me e assumo-me no grupo dos licenciados.
O Nordeste e particularmente Pernambuco, através da sua escola geográfica deram (e ainda dão só que numa escala mais reduzida) importantes contribuições para o entendimento acerca da realidade brasileira. Assim, nomes como os de Gilberto Osório, Manoel Correia de Andrade e Josué de Castro foram imortalizados por causa da relevância dos conhecimentos produzidos. Do período compreendido entre o início e meados do século passado, a Geografia esteve presente na vanguarda da ciência brasileira, colaborando intensamente com o processo de desenvolvimento do nosso país. Hoje, no entanto, a Geografia enfrenta diversas dificuldades para retomar seu prestígio, uma vez que outras ciências e técnicas passaram a fazer-lhe “concorrência”. Há também uma não clareza epistemológica e prática da Geografia. Isto se reflete, por exemplo, em diferenças na formação do Geógrafo e do Professor de Geografia em nosso país. Outro fato é que cada universidade coloca a Geografia onde bem entende: ora junto com as ciências humanas, ora com as ciências exatas e da natureza.
A profissão de Geógrafo foi regulamentada pela Lei 6.664/79 e Decreto 85.138/80 e pela Lei 7.399/85 e Decreto 92.29/86. Se no campo técnico e de pesquisa estes profissionais enfrentam dificuldades, na escola, os professores de Geografia travam uma eterna batalha para retirar da mentalidade estudantil a ideia de uma Geografia que seja mera decoreba. Infelizmente a prática de muitos docentes estimula esta concepção. Isto é particularmente explícito num país onde os investimentos em ensino e pesquisa seguem a lógica meritocrática, desconsiderando-se as diferenças regionais das estruturas acadêmicas.
No dia 29 de maio, Dia do Geógrafo (a) e do Professor (a) de Geografia, além de congratulações e formalidades, gostaria que procurássemos mais o aperfeiçoamento que a lamentação. Para saber algo é preciso reconhecer o que não se sabe e ter clareza sobre o que se quer saber. A busca é inesgotável! Num momento em que tanto se fala em saberes inter, multi, trans e metadisciplinares cabe capacitar-se cotidianamente, mostrar-se aberto a novas aprendizagens e repensar a forma do seu fazer, bem como, ter claro qual o objeto de sua abordagem científica, para não cair em um vazio discursivo.
Enildo Luiz Gouveia
Prof.º Msc. em Geografia, Poeta e Compositor
chapeupjmp@bol.com.br
Recife,28 de maio de 2011
Antes de escrever este texto, que tem como objetivo parabenizar e tentar contextualizar o dia do geógrafo lembro-me dos debates nas aulas da pós-graduação. Os limites entre ser bacharel (Geógrafo) e Licenciado (Professor de Geografia) torna-se confuso não apenas na Geografia, como também em várias ciências, sobretudo no âmbito da pós-graduação. Como acredito na Educação, formei-me e assumo-me no grupo dos licenciados.
O Nordeste e particularmente Pernambuco, através da sua escola geográfica deram (e ainda dão só que numa escala mais reduzida) importantes contribuições para o entendimento acerca da realidade brasileira. Assim, nomes como os de Gilberto Osório, Manoel Correia de Andrade e Josué de Castro foram imortalizados por causa da relevância dos conhecimentos produzidos. Do período compreendido entre o início e meados do século passado, a Geografia esteve presente na vanguarda da ciência brasileira, colaborando intensamente com o processo de desenvolvimento do nosso país. Hoje, no entanto, a Geografia enfrenta diversas dificuldades para retomar seu prestígio, uma vez que outras ciências e técnicas passaram a fazer-lhe “concorrência”. Há também uma não clareza epistemológica e prática da Geografia. Isto se reflete, por exemplo, em diferenças na formação do Geógrafo e do Professor de Geografia em nosso país. Outro fato é que cada universidade coloca a Geografia onde bem entende: ora junto com as ciências humanas, ora com as ciências exatas e da natureza.
A profissão de Geógrafo foi regulamentada pela Lei 6.664/79 e Decreto 85.138/80 e pela Lei 7.399/85 e Decreto 92.29/86. Se no campo técnico e de pesquisa estes profissionais enfrentam dificuldades, na escola, os professores de Geografia travam uma eterna batalha para retirar da mentalidade estudantil a ideia de uma Geografia que seja mera decoreba. Infelizmente a prática de muitos docentes estimula esta concepção. Isto é particularmente explícito num país onde os investimentos em ensino e pesquisa seguem a lógica meritocrática, desconsiderando-se as diferenças regionais das estruturas acadêmicas.
No dia 29 de maio, Dia do Geógrafo (a) e do Professor (a) de Geografia, além de congratulações e formalidades, gostaria que procurássemos mais o aperfeiçoamento que a lamentação. Para saber algo é preciso reconhecer o que não se sabe e ter clareza sobre o que se quer saber. A busca é inesgotável! Num momento em que tanto se fala em saberes inter, multi, trans e metadisciplinares cabe capacitar-se cotidianamente, mostrar-se aberto a novas aprendizagens e repensar a forma do seu fazer, bem como, ter claro qual o objeto de sua abordagem científica, para não cair em um vazio discursivo.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
MAPEAMENTO DA FORÇA GRAVITACIONAL DO NOSSO PLANETA
http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/04/02/ciencia1_0.asp
Brasília - A imagem, a princípio, assusta. A Terra aparece como uma batata gigante girando no espaço. Trata-se, porém, do mapa mais fiel já elaborado da força gravitacional que age sobre o planeta. O modelo, denominado geoide, é resultado de um estudo realizado pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e divulgado ontem. As informações contidas nele podem ajudar os cientistas a estudarem com mais exatidão fenômenos geológicos, como terremotos e vulcões, e compreenderem melhor as mudanças climáticas.
Brasília - A imagem, a princípio, assusta. A Terra aparece como uma batata gigante girando no espaço. Trata-se, porém, do mapa mais fiel já elaborado da força gravitacional que age sobre o planeta. O modelo, denominado geoide, é resultado de um estudo realizado pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e divulgado ontem. As informações contidas nele podem ajudar os cientistas a estudarem com mais exatidão fenômenos geológicos, como terremotos e vulcões, e compreenderem melhor as mudanças climáticas.
No modelo, as áreas vermelhas indicam força gravitacional maior, e as azuis, menor Foto: HPF/ESA/DLR
Para chegar a esse resultado, os cientistas coletaram informações colhidas pelo satélite Goce. O formato inusitado que o modelo confere ao planeta decorre da variação da gravidade sobre a Terra, que não é a mesma em todo lugar. Sobre o Equador, no topo de montanhas e em áreas com camadas de sal abaixo da superfície, por exemplo, ela costuma ser menor. Já em locais com alta densidade no solo, devido à presença de minérios ou de um campo de petróleo, a força é maior. No mapa da ESA, as áreas de menor gravidade aparecem azuis e as de maior, amarelas.
Um dos resultados mais comemorados do estudo é o modelo gerado dos mares da Terra. Segundo explica ao Correio Braziliense/Diario Reiner Rummel, um dos coordenadores da missão e cientista do Instituto de Astronomia e Física Geodésica, da Universidade Técnica de Munique (Alemanha), o geoide é idêntico aos oceanos caso eles pudessem ficar em repouso absoluto, sem movimento de marés ou de ondas. Dessa forma, ao comparar dados reais com os do modelo, os cientistas poderão aprender muito sobre o comportamento das águas no Planeta Azul. 'Essa informação é crucial para criar modelos climáticos. Com ela podemos determinar a velocidade das correntes marítimas. Isso vai ajudar a entender como a grande massa de oceanos move calor ao redor da Terra`, diz Rummel.
O geoide também fornece um sistema universal para comparar altitudes em diferentes partes da Terra, à semelhança dos aparelhos de nivelamento que, na construção civil, revelam aos engenheiros para onde um determinado fluido corre naturalmente dentro de um tubo ou cano. Cientistas geofísicos também podem usar os dados para investigar o que ocorre nas profundezas da Terra, especialmente naqueles pontos suscetíveis a terremotos e erupções vulcânicas. Há muitas informações também sobre o Himalaia, a África Central, os Andes e a Antártida.
´Tudo isso vai melhorar a nossa compreensão da estrutura interna da Terra`, comemora o cientista e geofísico Carlos Roberto de Souza, do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele explica que, antes do mapeamento do Goce, as medições da gravidade no planeta eram feitas por aviões que voavam em baixa altitude e pelos próprios cientistas que iam a campo. A maior dificuldade estava em alcançar áreas remotas, como os polos e os picos das montanhas. Com o satélite, isso pôde ser feito em escala global inédita. ´É a primeira vez que estamos vendo uma imagem real dessas variações`, afirma Souza.
Tremores
Segundo os cientistas envolvidos na missão, o geóide deve permitir um conhecimento mais profundo dos processos que causam terremotos, como o tremor que assolou o Japão recentemente. ´Quando há um sismo, como no Japão, ele redistribui a massa, levanta o fundo do oceânico. É como se a Terra inchasse. Essa mudança afeta a gravidade. Com as informações do satélite, poderemos entender melhor os efeitos provocados pelo tremor na topografia terrestre`, explica Lucas Vieira Barros, coordenador do Observatório Nacional Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). Contudo, Barros ressalta que a ferramenta ainda não é capaz de prever os sísmos. ´Ainda somos incapazes de observar todas as variáveis que determinam a ocorrência de um tremor`.
No entanto, de acordo com Reiner Rummel, o mapeamento pode ajudar na exploração de petróleo e na descoberta de depósitos de minérios, uma vez que as áreas onde esses elementos ocorrem possuem uma gravidade maior. Segundo Souza, da Unicamp, isso pode beneficiar a exploração petrolífera na costa brasileira. ´Como o sal tem uma densidade bem diferente, eventualmente isso pode auxiliar nos levantamentos já existentes sobre onde estão exatamente essas camadas e se há, ou não, petróleo`.
"Geoide beneficiará pesquisas sobre fenômenos como terremotos e vulcões` Reiner Rummel, do Instituto de Astronomia da Universidade de Munique
RESPONDA
4º Onde estão mapeados os locais de maior e menor gravidade?
5º Em que vai ajudar o mapeamento das áreas de maior e menor gravidade do Planeta?
6º Como o mapeamento vai ajudar no estudo do clima?
Um dos resultados mais comemorados do estudo é o modelo gerado dos mares da Terra. Segundo explica ao Correio Braziliense/Diario Reiner Rummel, um dos coordenadores da missão e cientista do Instituto de Astronomia e Física Geodésica, da Universidade Técnica de Munique (Alemanha), o geoide é idêntico aos oceanos caso eles pudessem ficar em repouso absoluto, sem movimento de marés ou de ondas. Dessa forma, ao comparar dados reais com os do modelo, os cientistas poderão aprender muito sobre o comportamento das águas no Planeta Azul. 'Essa informação é crucial para criar modelos climáticos. Com ela podemos determinar a velocidade das correntes marítimas. Isso vai ajudar a entender como a grande massa de oceanos move calor ao redor da Terra`, diz Rummel.
O geoide também fornece um sistema universal para comparar altitudes em diferentes partes da Terra, à semelhança dos aparelhos de nivelamento que, na construção civil, revelam aos engenheiros para onde um determinado fluido corre naturalmente dentro de um tubo ou cano. Cientistas geofísicos também podem usar os dados para investigar o que ocorre nas profundezas da Terra, especialmente naqueles pontos suscetíveis a terremotos e erupções vulcânicas. Há muitas informações também sobre o Himalaia, a África Central, os Andes e a Antártida.
´Tudo isso vai melhorar a nossa compreensão da estrutura interna da Terra`, comemora o cientista e geofísico Carlos Roberto de Souza, do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele explica que, antes do mapeamento do Goce, as medições da gravidade no planeta eram feitas por aviões que voavam em baixa altitude e pelos próprios cientistas que iam a campo. A maior dificuldade estava em alcançar áreas remotas, como os polos e os picos das montanhas. Com o satélite, isso pôde ser feito em escala global inédita. ´É a primeira vez que estamos vendo uma imagem real dessas variações`, afirma Souza.
Tremores
Segundo os cientistas envolvidos na missão, o geóide deve permitir um conhecimento mais profundo dos processos que causam terremotos, como o tremor que assolou o Japão recentemente. ´Quando há um sismo, como no Japão, ele redistribui a massa, levanta o fundo do oceânico. É como se a Terra inchasse. Essa mudança afeta a gravidade. Com as informações do satélite, poderemos entender melhor os efeitos provocados pelo tremor na topografia terrestre`, explica Lucas Vieira Barros, coordenador do Observatório Nacional Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). Contudo, Barros ressalta que a ferramenta ainda não é capaz de prever os sísmos. ´Ainda somos incapazes de observar todas as variáveis que determinam a ocorrência de um tremor`.
No entanto, de acordo com Reiner Rummel, o mapeamento pode ajudar na exploração de petróleo e na descoberta de depósitos de minérios, uma vez que as áreas onde esses elementos ocorrem possuem uma gravidade maior. Segundo Souza, da Unicamp, isso pode beneficiar a exploração petrolífera na costa brasileira. ´Como o sal tem uma densidade bem diferente, eventualmente isso pode auxiliar nos levantamentos já existentes sobre onde estão exatamente essas camadas e se há, ou não, petróleo`.
"Geoide beneficiará pesquisas sobre fenômenos como terremotos e vulcões` Reiner Rummel, do Instituto de Astronomia da Universidade de Munique
RESPONDA
1º O que retrata a figura acima?
2º Para que serve as informações contidas neste mapeamento?
3º O que significa as cores azul e laranja do mapa? 4º Onde estão mapeados os locais de maior e menor gravidade?
5º Em que vai ajudar o mapeamento das áreas de maior e menor gravidade do Planeta?
6º Como o mapeamento vai ajudar no estudo do clima?
terça-feira, 22 de março de 2011
AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO 25/04/2011
A avaliação esta postada no Blog para ser feita através do "Comementário", acessem o espaço das postagens e por gentileza façam sua avaliação.
a. Quais os aspectos que você considerou positivo?
b. Quais as dificuldades encontradas?
2. Refletindo sobre a prática pedagógica:
a. O que vivenciamos neste encontro é possível transpor para a sua prática pedagógica?
b. Quais as suas sugestões para estudarmos nos próximos encontros?
Atencisamente
Equipe de Formadoras
1. Vamos avaliar a Formação de 25/04/2011:
a. Quais os aspectos que você considerou positivo?
b. Quais as dificuldades encontradas?
2. Refletindo sobre a prática pedagógica:
a. O que vivenciamos neste encontro é possível transpor para a sua prática pedagógica?
b. Quais as suas sugestões para estudarmos nos próximos encontros?
Atencisamente
Equipe de Formadoras
domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
AVALIAÇÃO
1. Vamos avaliar a Formação de 21/03/2011:
a. Quais os aspectos que você considerou positivo?
b. Quais as dificuldades encontradas?
2. Refletindo sobre a prática pedagógica:
a. O que vivenciamos neste encontro é possível transpor para a sua prática pedagógica?
b. Quais as suas sugestões para estudarmos nos próximos encontros?
a. Quais os aspectos que você considerou positivo?
b. Quais as dificuldades encontradas?
2. Refletindo sobre a prática pedagógica:
a. O que vivenciamos neste encontro é possível transpor para a sua prática pedagógica?
b. Quais as suas sugestões para estudarmos nos próximos encontros?
domingo, 13 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
COLETA SELETIVA, COMO FAZER?
Você pode fazer a coleta seletiva e contribuir para um meio ambiente saudável, ao dividir seu lixo em apenas duas partes, usando para isso dois coletores diferentes. Um para o lixo úmido que corresponde ao lixo orgânico (cascas de frutas e verduras, restos de alimentos e resíduos de sanitário). E outro para o lixo seco que corresponde ao lixo inorgânico (papéis, plásticos,vidros e metais). Todo o material para reciclagem deve ser limpo.O simples gesto de separar o lixo para a reciclagem diminui em até 70% a quantidade que vai para os lixões e aterros sanitários. Você pode fazer isso na sua casa, no seu condomínio, a natureza agradece e todos nós ganhamos com isso. Façamos a nossa parte, e mãos à obra!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Cartografia Digital
Sites como o Google Maps e programas como o Google Earth ; http://earth.google.com possibilitam a visualização de partes do globo em versão cartográfica, imagens de satélite, fotos aéreas e até em 3D - algumas vezes, com uma resolução que permite perceber características das construções, quantidade de árvores e até de carros em uma paisagem. No site do IBGE você também vai encontrar material cartográfico: http://mapas.ibge.gov.br//.
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